Quem Escreve


Arthur Ribeiro
, nativo e habitante de Belém do Pará, professor de português, mestrando em Letras, com formação técnica em Teatro, ator e diretor iniciante. Acredito, como Boal, na palavra como mãe da democracia, e, como Plínio, na honestidade como único padrão de vida necessário. Quero rasgar silêncios e máscaras, sintetizar opostos e provocar olhares. Falo para ser, mais do que ouvido, respondido. Aspiro a uma revolução a nível mundial, convencido de que a luta é condição de sobrevivência. Incomodo por ofício. Não desisto.

Este espaço deve em parte sua existência ao Kauan Amora, pela troca de ideias na época embrionária do projeto, e ao Edson Fernando, pelo constante diálogo e pelos ensinamentos acerca da escrita de crítica.

Outro espaço de críticas sobre os espetáculos locais é o blog da Tribuna do Cretino: http://tribunadocretino.blogspot.com.br/

Meus contatos e perfis em redes sociais:

ar-thur@hotmail.com

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2 comentários

  1. Querido sua critica é da melhor qualidade, pena que não condiz com a realidade e sim com sua falta de conhecimento do que fala. Escreva sempre, mas com bases teóricas que sustente sua colocação, sobre o autor que é Paraense e sobre a dramaturgia e seu contexto. O Importante é perceber que você desconhece a importância da escrita, do fazer e do grupo, que a 35 anos vem realizando suas montagem e absorvendo jovens atores e técnicos teatrais a serviço do teatro paraense. Espero que você permaneça em cena pelo menos 5 anos para que eu possa acreditar em sua contribuição escrita em forma de critica em um momento que ela não tem nem um valor, pois o importante é estar realizando, e cumprindo com o objetivo deste fazer! Construa a sua dramaturgia e eu espero você daqui a cinco anos produzindo seus textos e seus espetáculos, se não nada do que você acha para mim não tem nem um valor. Ponha sua cara a bofete, e depois veremos.

    1. oi, professor. obrigado pelo comentário, pelo elogio e pelo incentivo. sobre as críticas: não creio ter questionado em meu texto a importância da dramaturgia, do autor ou do grupo. o que procuro fazer é apontar qualidades e problemas que vejo na montagem, sempre baseado em categorias da arte de teatro, por mais intuitivamente e não-academicamente que seja. isso está dito lá na primeira postagem desse blog. o conhecimento sobre o contexto da dramaturgia certamente me enriqueceria (o sr. poderia explicá-lo), e talvez seja uma exigência para se fazer um ensaio, mas para uma crítica não acho que seja. quero que o valor do que escrevo esteja, ou não esteja, simplesmente no que escrevo, e não no meu nome ou no tempo que tenho ou não tenho de teatro. assim como avalio as peças pelo que vejo e não pelo renome de seus realizadores. estar há 35 anos em cena é uma conquista, mas não um critério de qualidade; absorver jovens atores e técnicos é menos um trunfo do que uma necessidade, e, para a crítica, com todo o respeito, importa pouco. estar realizando é ótimo, mas não é o importante, e o objetivo que imaginamos pro nosso fazer não é necessariamente o que o público lê. peço, enfim, que não espere por mim, porque não tenho grandes pretensões. um abraço!

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